Canta agora
como outrora quando
com a lua nos teus olhos
te punhas à varanda,
um cravo vermelho entre os dentes,
vestida de amarelo,
mimosa sorrindo, resplandecente.
Não leias livros tontos,
não contes histórias absurdas,
não cedas às minhas sevícias,
antes vem, brandamente,
e esta noite chama.
À luz da velha vela,
brilha alto o sonho antigo.
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