"Um dia o coração explodiu-me nas mãos como uma bomba"
terça-feira, outubro 30, 2007
Fragmento XXXIII
Fim de tarde em Novembro, em revoada, os pássaros buscam as árvores. Ardem-me as lágrimas, a raiva, a poeira no rosto, a alma sem guarida, a carne que sangra, e em mim é outra que sofre, passiva, perdida nos abismos da memória.
Desde que descobri que tenho um leitor simpático sinto que é quase um dever manter o blogue em actividade e publicar regularmente alguma coisa. E depois há o prazer de reunir e guardar num espaço meu algumas das músicas e das imagens que mais gosto ou que de alguma forma me impressionaram.
2 comentários:
Esplêndido poema,
esplêndida a música que o encima.
Desde que descobri que tenho um leitor simpático sinto que é quase um dever manter o blogue em actividade e publicar regularmente alguma coisa. E depois há o prazer de reunir e guardar num espaço meu algumas das músicas e das imagens que mais gosto ou que de alguma forma me impressionaram.
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