O olho de Habakuk espreita
através do solstício de Verão.
A vida é perfeita:
céu azul, pássaros,
violetas, figos maduros,
o canto acidulado das cigarras.
Se uma ou outra sombra assoma
vinda do nada
mando-a embora. Digo-lhe:
- Agora não! Agora não!
É tarde. Estou cansada.
2 comentários:
Estrelíssima;-)
E no entanto a força das palavras terminam por revelar exatamente o inominável, o intrínseco, mas... inefável.
Gostei imenso da série toda.
Um bonito abraço.
Meg(sub Rosa)
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Está quase impossível comentar, uma pena!
Querida Meg! Vivi muitos anos no Rio de Janeiro e o que me fez mais falta quando vim para Portugal foi o calor, não apenas do sol, mas também das pessoas como você. Beijo.
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