Evanescente como a espuma do mar,
pluma que esvoaça,
assim a minha alma
quando no mesmo leito
o tempo passamos,
gota a gota sangrando,
mãos e memórias,
outras vidas, outros rostos,
por momentos, vislumbrando,
na penumbra do quarto,
o fundo do poço vazio.
Vem sono leve,
refrescar o meu seio,
a transpiração dos meus cabelos.
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