Terra antiquissima,
Minha pátria pequenina,
Rio Minho.
Nos teus campos viceja o milho,
apanha-se a azeitona, cresce o vinho.
Levanta voo do ninho,
esguia, uma andorinha petiz.
Amarelo, amarilis, sabariz,
levada nas asas do vento, não penso, sigo.
No tempo semeio, do tempo recolho
frágeis, as flores de amaranto,
ténues teias de nostalgia e desencanto.
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