Quot homines (capita) tot sententiae
Naturalmente, todos fazem sempre o melhor possível. Farão? Todos são muito bons. Serão? Certamente que sim. Mas onde está a escala? Quem avalia? Questões como estas complicam a visão serena e plácida dos nossos governantes, ou não haveria necessidade de estabelecer quotas para as classificações. Salvaguardem-se as aparências já que as avaliações variam consoante quem as aplica e, portanto, não são 100% fiáveis. Verdadeiramente o que interessa é o fraccionamento da escala e as percentagens de cada fatia do bolo das remunerações: 10% de excelentes em qualquer situação não me parece lá muito justo nem muito democrático.
Catarina Tao Tao, Deambulações Virtuais
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