Arcádia Lusitana - Livro de memórias em estilhaços
"Um dia o coração explodiu-me nas mãos como uma bomba"
quinta-feira, maio 29, 2008
Fragmento LXXXVIII
Devagarinho,
abro a porta do quarto,
respiro a tua pele.
Dentro e preso
ao teu vestido branco,
bate arrebatado
meu coração de jaspe.
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