"Um dia o coração explodiu-me nas mãos como uma bomba"
quarta-feira, maio 21, 2008
Fragmento LXXXVII
No meu jardim nascem rosas que desdenham das fúrias do mar. São calmas, são pacíficas, são caladas. Crescem com o beijo do vento, desfalecem à noite, ao luar.
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